GALERIA DOS PRESIDENTES

13º Presidente (2011–2014)

Dom José Luiz Majella Delgado, CSSR

Lema episcopal: “Servir por caridade”

Dom José Luiz Majella Delgado é natural de Juiz de Fora (MG), nascido em 19 de outubro de 1953. Membro da Congregação do Santíssimo Redentor, recebeu a ordenação sacerdotal em 14 de março de 1981. Foi nomeado bispo pelo papa emérito Bento XVI, em 16 de dezembro de 2009, sendo ordenado no dia 27 de fevereiro de 2010.

Aos dois anos de idade mudou-se com a família para a cidade de Volta Redonda, no Estado do Rio de Janeiro. Fez o ensino fundamental em Volta Redonda e Aparecida, onde também cursou o ensino médio no Seminário Redentorista Santo Afonso. Na faculdade Salesiana de Filosofia, em Lorena, fez licenciatura em Estudos Sociais e em Filosofia. Em 1977 fez sua profissão religiosa e iniciou, no mesmo ano, o curso de Teologia no Instituto Teológico São Paulo (ITESP), concluído em 1980.

No dia 14 de março de 1981 foi ordenado sacerdote em Volta Redonda e, dez anos depois, fez especialização em Teologia Litúrgica na Pontifícia Faculdade de Teologia Nossa Senhora da Assunção, em São Paulo. No ano 2000, foi para Roma onde estudou Espiritualidade Redentorista na Academia Alfonsiana.

Dedicou grande parte de seu ministério presbiteral ao magistério. Foi professor no Seminário Redentorista de Aparecida; no Centro de Evangelização Missionária, em São Paulo. Foi também superior e diretor dos Seminários Redentoristas em Sacramento (MG) e em Aparecida; foi secretário da Organização dos Seminários e Institutos do Brasil (OSIB) no Regional Leste 2 da CNBB; secretário da Associação dos Liturgistas do Brasil; prefeito do Santuário Nacional de Aparecida; vigário paroquial em Sacramento e na Basílica de Aparecida; secretário executivo local para a Quinta Conferência Geral do Episcopado Latino-americano e Caribenho (CELAM), em Aparecida, no ano de 2007, tornando-se, em seguida, subsecretário adjunto geral da CNBB, em Brasília.

No dia 16 de dezembro de 2009, o Papa Bento XVI nomeou-o como Bispo da Diocese de Jataí (GO), sucedendo a Dom Aloísio Hilário de Pinho. Ordenado bispo em 27 de fevereiro de 2010 no Santuário Nacional de Nossa Senhora Aparecida por Dom Geraldo Lyrio Rocha, foi empossado na Diocese de Jataí no dia 6 de março de 2010. Dom Majella exerceu a Presidência do Regional Centro-Oeste da CNBB entre os anos de 2010 e 2014, quando foi nomeado (28 de maio de 2014) Arcebispo de Pouso Alegre (MG), pelo Papa Francisco. Tomou posse no dia 02 de agosto de 2014 como 7º Bispo e 4º Arcebispo.

Formação

O arcebispo de Pouso Alegre (MG) é formado em Filosofia pela Faculdade Salesiana de Lorena (SP) e Teologia pelo Instituto Teológico de São Paulo (ITESP), com licenciatura em Estudos Sociais. Possui especialização em Teologia Litúrgica e em Espiritualidade Redentorista pela Academia Alfonsiana de Roma (Itália).

12º Presidente (2010-2011)
Dom João Wilk, OFMConv

Lema episcopal: “Ut Amor ametur” (“Para que o Amor seja amado”)

Dom João Wilk, filho de José e Regina Wilk, nasceu na Polônia aos 18 de setembro de 1951. Em 1965, entrou na Ordem dos Frades Menores Conventuais, iniciando sua formação no Seminário Menor. Era o tempo do regime comunista. Nos anos de 1969-70 fez o noviciado terminando com a primeira profissão temporária.

Nos anos 1970-73, no Seminário Maior em Cracóvia, iniciou o curso de filosofia e teologia. Foi enviado para estudar no Seraphicum – Pontificia Faculdade de Teologia de São Boaventura, em Roma (Itália), onde concluiu o curso com o diploma de Bacharel em Teologia. Em 3 de outubro de 1974 emitiu os votos perpétuos na Basílica de São Francisco em Assis, onde também foi ordenado sacerdote aos 24 de junho de 1976. Nos anos 1975-77, na Pontifícia Faculdade de Teologia de São Boaventura fez a especialização teológico-cristológica, obtendo a Licenciatura em Teologia aos 28 de junho de 1977.

Chegou ao Brasil no dia 4 de outubro de 1978, dia de São Francisco de Assis. Integrou a comunidade dos franciscanos conventuais do Jardim da Imaculada, na vizinhança de Brasília, que estava dando seus passos iniciais. Foi responsável pela animação vocacional e ajudou na redação dos primeiros números da revista Cavaleiro da Imaculada.

No trabalho paroquial foi vigário paroquial na Paróquia Santo Antônio, da Cidade Ocidental e na Paróquia São Pedro Apóstolo, no Pedregal; pároco da Paróquia Santo Antônio, na Cidade Ocidental; e Paróquia São Marcos e São Lucas em Ceilândia. No Convento dos Frades Franciscanos conventuais foi eleito, pelo capítulo Provincial, na Polônia, Custódio Provincial da Custódia Provincial de São Maximiliano Maria Kolbe no Brasil, sendo reeleito; assumiu a redação da revista Cavaleiro da Imaculada; e, na prática, foi o reitor do Seminário São Francisco; foi eleito o guardião do convento Jardim da Imaculada; Diretor das Edições Kolbe; Diretor Nacional da Milícia da Imaculada, continuando com redator chefe da revista.

Como professor lecionou no Seminário São Francisco de Assis; no IFITESB (Instituto de Filosofia e Teologia de São Boaventura); no Curso Superior de Teologia para Leigos, da Arquidiocese de Brasília; e no Albertinum – Curso de Teologia para Leigos da Diocese de Luziânia. No dia 28/01/1998, Sua Santidade o Papa João Paulo II, nomeou-o bispo da Diocese de Formosa (GO). Foi sagrado bispo da Santa Igreja, na catedral diocesana de Formosa, pelo Dom José Freire Falcão, arcebispo de Brasília, no dia 04/04/1998, tomando posse como segundo bispo diocesano de Formosa, neste mesmo dia.

No dia 09/06/2004 é nomeado, pelo Papa João Paulo II, bispo da Diocese de Anápolis (GO), sendo o terceiro bispo da Diocese. Tomou posse canônica da Diocese de Anápolis, na presença do Ex.mo Núncio Apostólico no Brasil Dom Lourenço Baldisseri, em 14/08/2004. Na CNBB Nacional foi membro do Conselho Permanente, membro do Conselho Fiscal por dois mandatos e membro da Comissão para a Campanha da Evangelização.

No Regional Centro-Oeste da CNBB foi vice-presidente, presidente, bispo referencial da Pastoral da Comunicação, da Pastoral Familiar e da Pastoral da Criança.

11º Presidente (2007-2010)
Dom João Braz de Aviz

Lema episcopal: “Todos sejam um” (Jo 17,21)

Natural de Mafra (SC), João Braz de Aviz nasceu no dia 24 de abril de 1947, é um dos oito filhos do casal João Avelino de Aviz e Juliana Hacke de Aviz, ambos falecidos. Ainda na infância, a família foi para Borrazópolis, pequeno município do Norte paranaense. Aí se criou juntamente com os irmãos.

Prestes a completar 11 anos, foi encaminhado, em 21 de abril de 1958, ao Seminário Menor São Pio X, dos padres do PIME (Pontifício Instituto das Missões Exteriores), em Assis (SP), onde estudavam na época os seminaristas menores da Diocese de Londrina.

Com a criação, em março de 1964, da Diocese de Apucarana, para ela se transferiu, de vez que a Paróquia Imaculada Conceição de Borrazópolis passou à jurisdição da nova diocese.

Seus estudos de Filosofia foram feitos no Seminário Maior Provincial Rainha dos Apóstolos, em Curitiba. Transferiu-se, a seguir, para Roma, onde obteve, na Pontifícia Universidade Gregoriana, a licenciatura em Teologia. Ordenou-se presbítero na Catedral de Apucarana, no dia 26 de novembro de 1972.

Entre os encargos pastorais exercidos contam-se: pároco de várias paróquias; diretor espiritual e reitor do Seminário Maior – Instituto de Filosofia de Apucarana; diretor espiritual no Seminário do Ipiranga (SP) e, reitor e professor de Teologia Dogmática no Instituto Paulo VI, de Londrina (PR). De 1989 a 1992 esteve novamente em Roma, estudando na Pontifícia Universidade Lateranense para o doutorado que obteve em Teologia Dogmática.

Eleito bispo auxiliar de Vitória, recebeu, dia 31 de maio de 1994, em Apucarana, a ordenação episcopal. “Todos sejam um” (Jo 17,21) é o lema de sua missão de bispo. Empossado a 9 de junho do mesmo ano, permaneceu na capital do Espírito Santo por 4 anos.

Recebeu a nomeação em 12 de agosto de 1998, de Bispo diocesano de Ponta Grossa, sede que assumiu no dia 15 de outubro daquele ano.
Aos 17 de julho de 2002, surpreendeu-o a comunicação de sua transferência para Maringá, onde tomou posse como 3º arcebispo de Maringá, no dia 4 de outubro de 2002, permanecendo no governo da mesma durante 14 meses.

No dia 28 de janeiro de 2004, foi nomeado pelo Santo Padre o Papa João Paulo II para arcebispo metropolitano de Brasília onde tomou posse dia 27 de março do mesmo ano.

Aos 4 de janeiro de 2011, foi nomeado pelo Papa Bento XVI como prefeito da Congregação para os Institutos de Vida Consagrada e Sociedades de Vida Apostólica, no Vaticano e, aos 6 de janeiro de 2012, o Papa Bento XVI anunciou a sua criação a Cardeal. Ele recebeu o barrete cardinalício, na Basílica de São Pedro, pelas mãos do Santo Padre, no dia 18 de fevereiro do mesmo ano. Dom João Braz ocupou o cargo de prefeito no Vaticano até janeiro de 2025.

10º Presidente (2003-2007)
Dom Alberto Taveira

Lema episcopal: “Para a vida do mundo”

Alberto Taveira nasceu no dia 26 de maio de 1950, em Nova Lima (MG). Seus estudos básicos, de 1ª a 4ª séries, foram feitos no Grupo Escolar George Chalmers, em sua cidade natal. Ingressou, em 1961, no Seminário Provincial do Coração Eucarístico de Jesus, em Belo Horizonte (MG) onde completou sua formação no ensino fundamental e médio. Os estudos filosóficos e teológicos também foram feitos no Seminário Coração Eucarístico de Jesus e na Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais, em Belo Horizonte. Em Roma, nos anos de 1976 e 1977, realizou estudos em espiritualidade sacerdotal, no Instituto Mystici Corporis, do Movimento dos Focolares.

A ordenação sacerdotal aconteceu no dia 15 de agosto de 1973, em Nova Lima, sob a imposição das mãos do Dom João Resende Costa, então arcebispo metropolitano de Belo Horizonte.

Foi designado pároco da Paróquia de Nossa Senhora do Pilar, em Nova Lima, onde permaneceu até dezembro de 1977. No período de 1978 a 1984 foi reitor do Seminário Provincial Coração Eucarístico de Jesus em Belo Horizonte. Em 1985 foi nomeado Pároco da Paróquia de São Geraldo e responsável pelo acompanhamento dos diáconos da Arquidiocese de Belo Horizonte. Durante o ano de 1988 foi orientador do Seminário Menor São José. Na Arquidiocese de Belo Horizonte foi ainda vigário episcopal para a pastoral; coordenador da pastoral vocacional; coordenador dos cursos de canto pastoral; da comissão de liturgia. Foi pároco da Paróquia do Senhor Bom Jesus de Bonfim e da Paróquia de Santo Antônio de Vargem Alegre. Foi vigário forâneo da Forania São Caetano e professor de liturgia na Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais.

No dia 24 de abril de 1991, o Papa João Paulo II nomeou Alberto Taveira Corrêa, bispo auxiliar da Arquidiocese de Brasília, com a sé titular de Sinípsa. Recebeu a ordenação episcopal no dia 6 de julho de 1991, em Nova Lima, das mãos de Dom João Resende Costa, SDB, do Cardeal Serafim Fernandes de Araújo e de Dom Arnaldo Ribeiro.

Em Brasília, assumiu a coordenação do Vicariato Sul da arquidiocese, além das diversas atividades de Bispo Auxiliar, especialmente as visitas pastorais, conselho Arquidiocesano de Pastoral e acompanhamento dos Seminários, Pastoral Vocacional, Comissão de Juventude, Pastoral Familiar e Campanha da Fraternidade. Desde a instalação da Rádio Nova Aliança, teve um programa diário “Palavra de vida eterna”, com o qual se estabeleceu uma grande rede de contatos com os diversos segmentos da vida de Brasília. A partir de 1991, tem acompanhado em nome da Arquidiocese de Brasília o Grupo Parlamentar Católico do Congresso Nacional. Por mandato da CNBB, foi indicado Bispo Assistente Nacional para a Renovação Carismática Católica permanecendo até 2000. Foi membro da Comissão Episcopal de Vocações e Ministérios do Conselho Episcopal Latino-Americano (CELAM).

No dia 27 de março de 1996, o Papa João Paulo II criou a Arquidiocese de Palmas e a Província Eclesiástica que tem como sufragância as Dioceses de Porto Nacional, Miracema do Tocantins e Tocantinópolis e a Prelazia de Cristalândia. Dom Alberto foi nomeado primeiro Arcebispo Metropolitano de Palmas.

Participou, como membro delegado pela Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), da Quinta Conferência Geral do Episcopado Latino-americano e do Caribe (2007). No dia 30 de dezembro de 2009 o Papa Bento XVI o nomeou arcebispo de Belém do Pará. Sua posse solene aconteceu no dia 25 de março de 2010. Aos 27 de outubro de 2012 o Papa Bento XVI o nomeou membro do Pontifício Conselho Cor Unum do Vaticano.

9º Presidente (1995-1998 / 1998-2003)
Dom Washington Cruz, CP

Lema episcopal: “PraedicamusCrucifixum” (1Cor 1,23) “Anunciamos o Crucificado”

Washington Cruz nasceu no dia 25 de maio de 1946, na cidade de Itabuna, no estado da Bahia, filho de José e Dejanira Cruz. É o sexto dos seis irmãos. Fez seus estudos primários no Colégio Divina Providência em sua cidade natal. Muito cedo ingressa no seminário da Congregação da Paixão (Passionistas) onde cursa o 1° e 2° graus no Seminário São Gabriel em Osasco-SP.

Aos 16 de janeiro de 1966, após um ano de Noviciado em Colombo-PR, faz os primeiros votos religiosos na Congregação Passionista. Em fevereiro de 1966 vai estudar em Roma, permanecendo por 8 anos na cidade eterna, onde cursou Filosofia (Bacharelado), Teologia e Especialização para Licenciatura em Teologia, na Universidade Lateranense.

Foi ordenado sacerdote aos 25 de julho de 1971, na Catedral de São José, em Itabuna, Bahia, pelas mãos de Dom Geraldo Pelanda, bispo Passionista. Em seguida volta para Roma, conclui seus estudos em 1974, quando regressa definitivamente ao Brasil.


Seu primeiro campo de trabalho é sua cidade natal, onde permanece por 2 anos e meio como pároco da Paróquia Santa Maria Goretti. Em 1976 foi para Jequié, como coordenador das Missões Populares, onde permaneceu até março de 1978, data em que é transferido para Salvador, como pároco da Paróquia Boa Viagem e formador dos jovens passionistas, onde permaneceu até a sua nomeação como bispo.

Exerceu também a função de coordenador do Zonal VI (Regional Pastoral da Cidade Baixa), Salvador Bahia. Aos 25 de fevereiro de 1987 foi nomeado bispo para a Diocese de São Luís de Montes Belos, no Regional Centro-Oeste da CNBB.

Aos 9 de maio de 1987, foi ordenado bispo na Catedral de Salvador-BA e aos 7 de junho de 1987, na Catedral São Luiz Gonzaga, toma posse na Diocese de São Luís de Montes Belos, numa celebração presidida por Dom Antonio Ribeiro de Oliveira, concelebrada por Dom Stanilau Van Mellis (bispo emérito da Diocese naquela época) e todos os padres da Diocese.

Exerceu várias atividades como bispo: Acompanhante da Pastoral da Juventude do Regional Centro-Oeste; acompanhante da Comissão Regional do Clero; membro da Comissão Episcopal do Seminário São João Maria Vianney, de Goiânia; presidente do Regional Centro-Oeste por dois mandatos (1995 a 1998/1998 a 2003).

Aos 8 de maio de 2002, foi nomeado arcebispo para a Arquidiocese de Goiânia e no dia 14 de julho do mesmo ano, tomou posse. Foi arcebispo de Goiânia por 19 anos. Ele pediu sua renúncia ao Santo Padre, o Papa Francisco, no dia 9 de dezembro de 2021, motivo de idade, 75 anos, conforme previsto no Código de Direito Canônico.

8º Presidente (1991-1995)
Dom Miguel Pedro Mundo

Lema episcopal:

Dom Miguel Pedro Mundo nasceu em Staten Island, em New York, nos Estados Unidos, no dia 25 de julho de 1937. Filho de Francisco Mundo e Lúcia Mundo (imigrantes italianos nos Estados Unidos), ele era o caçula de oito irmãos. Estudou o 1º e o 2º graus (1942-1945), em Staten Island, em New York, nos Estados Unidos. Os estudos filosóficos foram feitos na Universidade São Jerônimo, no Canadá (1954-1958). Ele ainda estudou Letras na Universidade de Fordham, em New York e Teologia no Seminário São Francisco, Pensilvânia, nos Estados Unidos (1958-1962).

Foi ordenado padre diocesano no dia 19 de maio de 1962, em Camden, New Jersey, nos Estados Unidos. Trabalhou como vigário cooperador da Paróquia Santa Rosa, em Haddon Heigths, New Jersey, nos Estados Unidos durante um ano e três meses e foi ordenado bispo no dia 2 de junho de 1978 também em New Jersey.

Missão no Brasil

Foi vigário cooperador da Paróquia de Santa Helena de Goiás – Diocese de Jataí, nos anos de 1963 a 1966. De 1966 a 1972, ele foi coordenador dos Padres da Diocese de Camden no Brasil e vigário da Paróquia Nossa Senhora das Dores, em Cruzeiro Velho – Brasília (DF). Nos anos de 1972 a 1999, Pe. Miguel Pedro Mundo foi pároco da Paróquia de Santa Helena, sendo vigário episcopal do Distrito Leste e cooperador da pastoral da Diocese de Jataí em 1977.

Bispo

De 1978 a 1999, ele exerceu várias funções: vigário geral e cooperador da Pastoral da Diocese de Jataí (GO), fundador e reitor do Centro Vocacional São João Maria Vianney (Seminário Menor), em Santa Helena de Goiás.

Em 1979 foi administrador do Centro de Treinamento João XXIII, em Rio Verde (GO) e de 1980 a 1995, fundou e administrou a Paróquia Santo Antônio de Pádua, em Rio Verde. De 1988 a 1999 foi presidente da Comissão Interconfessional do Ensino Religioso de Goiás (CIERGO), em Goiânia. Foi eleito presidente do Regional Centro-Oeste da CNBB e ficou na função de 1991 a 1995. Dom Pedro Mundo foi fundador e administrador paroquial da Paróquia São Vicente de Paulo, em Rio Verde, nos anos de 1995 a 1998 e bispo responsável pela Pastoral da Educação no Regional Centro-Oeste de 1995 a 1999. Neste período, o regional ainda era formado pelos estados de Goiás, Tocantins e pelo Distrito Federal. Nos anos de 1998 e 1999, Dom Pedro Mundo foi administrador apostólico da Diocese de Itumbiara (GO) e foi nomeado como terceiro bispo diocesano de Jataí em 24 de fevereiro de 1999. Sua posse aconteceu em 1º de maio do mesmo ano. Faleceu aos 18 de maio de 1999, aos 61 anos de idade, em Jataí. Ele foi responsável pela compra e montagem da sede própria do Regional Centro-Oeste da CNBB, em Goiânia, que em sua homenagem leva o seu nome.

7º Presidente (1989 a 1991)

Dom Antonio Ribeiro de Oliveira

Lema episcopal: “Para que todos sejam um”

Dom Antonio nasceu em Orizona (GO), em 10 de junho de 1926. Filho de José Ribeiro de Oliveira e Luiza Marcelina de Castro, ele é o terceiro de onze irmãos. Foi ordenado padre no dia 2 de abril de 1949, em Mariana (MG) e nomeado bispo em 25 de agosto de 1961. A ordenação episcopal aconteceu em 29 de outubro do mesmo ano, em Goiânia. Dom Antonio é conhecido pelo trabalho que desempenhou sempre a favor dos mais pobres. No livro O Profeta de Bengala, organizado pelo padre Alaor Rodrigues de Aguiar, da Arquidiocese de Goiânia, está registrado em poucas linhas. Dom Antonio é “a esperança testemunhada entre os mais pobres dos pobres e dentro de desafios reais é confirmada pela fé no Deus Vivo, presente no meio de nós.

É assim que o Pastor e Bispo da Arquidiocese declama o seu grande amor a Igreja, Povo querido de Deus”. Ele foi auxiliar de Goiânia de 1961 a 1976; administrador apostólico de Goiás, de 1966 a 1967; administrador apostólico de Itumbiara de 1972 a 1973; membro da Comissão representativa da CNBB; membro Comissão Episcopal para Traduções de Textos Litúrgicos; membro do Conselho Estadual de Educação de Goiás; Padre Conciliar de 1962 a 1965; bispo de Ipameri de 1976 a 1986; membro do Conselho Fiscal da CNBB por dois mandatos; presidente do Regional Centro-Oeste da CNBB, de 1976 a 1982 e de 1989 a 1990, na época composta pelos Estados de Goiás e Tocantins e pelo Distrito Federal e por fim, arcebispo de Goiânia de 1986 a 8 de maio de 2002.

É autor do livro Semana Santa sem Padre, que escreveu na Diocese de Ipameri e uma Carta Pastoral sobre Eleições, além de pronunciamentos e cartas circulares diversas.

6º Presidente (1983 a 1987 – 1987 a 1988)
Dom José Carlos de Oliveira, CSSR
Lema episcopal:
In Verbum Tuum – Na tua Palavra

Dom José Carlos de Oliveira nasceu no dia 14 de março de 1931, em Aparecida (SP). Filho do casal Carlos de Souza Oliveira e Judith Chagas de Oliveira, sentiu o desejo de ir para o seminário por volta dos 13 anos. Entrou para o Seminário Redentorista Santo Afonso no ano de 1944. Cursou Filosofia no Seminário Maior Santa Terezinha, em Tietê (SP) entre os anos 1952 e 1954. Em 1955 iniciou os estudos de Teologia. Foi ordenado sacerdote no dia 27 de janeiro de 1957.

Cursou ainda Mariologia e Teologia Moral Afonsiana, em Roma, Itália. Como pároco, foi enviado para São João da Boa Vista, em São Paulo. Durante 14 anos trabalhou junto a Ação Pastoral, as missões populares Redentoristas. Em 1975 foi escolhido para ser Provincial da Congregação e passou a residir em São Paulo. Foi ordenado bispo no dia 25 de novembro de 1979, festa de Cristo Rei, na Catedral de Nossa Senhora da Glória, em Rubiataba. O sacramento foi lhe administrado pelo núncio apostólico, Dom Carmelo Rocco e pelos bispos Dom Juvenal Roriz e Dom Tarcísio Ariovaldo Amaral, bispo de Limeira (SP). Foi presidente do Regional Centro-Oeste da CNBB em dois mandatos: de 1983 a 1987 e de 1987 a 1988. Dom José Carlos sempre teve um carinho muito especial pelos mais necessitados.

Como bispo diocesano enfrentou vários desafios e ajudou a resolver muitos conflitos em favor dos menos favorecidos. A preocupação de Dom Carlos com o atendimento ao povo de Deus e seu cuidado pastoral levou-o a pensar na estrutura de formação para novos sacerdotes que pudessem evangelizar esta vasta extensão do sertão goiano. O primeiro sacerdote filho da diocese foi o padre Joaquim José Neto, o padre Kinkas. Considerando que o Seminário foi a obra mais importante para o futuro da Igreja Diocesana, deu o máximo de si pelas vocações e o transformou na “menina de seus olhos”.

Com as sementes lançadas vieram os primeiros frutos e muitos outros sacerdotes foram surgindo a partir do testemunho sempre fiel do pastor diocesano. Em 2008, ao completar 77 anos de idade, renunciou ao governo diocesano após 29 anos de trabalho pastoral à frente do povo de Deus na Diocese de Rubiataba-Mozarlândia.

5º Presidente (1979-1980)

Dom Aloísio Sinésio Bohn

Lema episcopal: Omnes Unum Sint – Que todos sejam um

Nasceu em Linha Bonita, município de Montenegro (RS), em 11 de setembro de 1934. É filho de João Bohn Sobrinho e Oliva Paulina Both. Estudou o ensino médio no Seminário Menor São José, de Gravataí, de 1952 a 1954. Depois, em Roma, residindo no Colégio Pio Brasileiro e estudando na Universidade Gregoriana, cursou Filosofia, Teologia e Direito Canônico, de 1955 a 1964. Foi ordenado presbítero em Roma no dia 23 de dezembro de 1962.

De volta ao Brasil, atuou principalmente como vigário na Paróquia São Jorge, em Porto Alegre, de 1964 a 1965. Trabalhou como professor de Teologia e assistente dos estudantes de Filosofia e Teologia da Arquidiocese de Porto Alegre. De 1966 a 1977, coordenou o Seminário Maior de Viamão. Em 27 junho de 1977 foi nomeado pelo papa Paulo VI, bispo auxiliar da Arquidiocese de Brasília e consagrado no dia 9 de setembro do mesmo ano, no Seminário Maior de Viamão, pelo então arcebispo de Porto Alegre, Dom Vicente Scherer. Em 23 de fevereiro de 1980, Dom Sinésio assumiu como primeiro bispo da Diocese de Novo Hamburgo.

Nos anos de 1979 a 1980, foi presidente do Regional Centro-Oeste (Goiás e Distrito Federal). Na Comissão Episcopal de Pastoral da CNBB Nacional, foi o bispo responsável pelos setores do Ecumenismo, do Diálogo Inter-religioso e da Pastoral da Juventude durante os anos de 1983 a 1990. Em 27 de junho de 1986 foi nomeado bispo da Diocese de Santa Cruz do Sul, assumindo em 31 de agosto de 1986. De 1992 a 1995 foi o presidente do Conselho Nacional de Igrejas Cristãs (CONIC).

Em 19 de maio de 2010 o papa emérito Bento XVI aceitou sua renúncia por limite de idade (75 anos) de acordo com o Cânon 401, §1, do Código de Direito Canônico. Em seu lugar assumiu a Diocese de Santa Cruz do Sul (RS), Dom Canísio Klaus. Atualmente com 82 anos de idade, Dom Sinésio reside na Casa Amparo Fraterno, em Linha Santa Cruz – Santa Cruz do Sul.

4º Presidente (1977-1978)

Dom José da Silva Chaves

Lema episcopal: Oboedientia et pax – Obediência e paz

Dom José nasceu em São Domingos (GO), em 15 de maio de 1930. É filho de Leobino da Silva Chaves e Bertulina Valente Chaves. Estudou Filosofia em Belo Horizonte (MG) e Diamantina (MG), de 1949 a 1951. Os estudos teológicos foram concluídos no Seminário Santa Cruz, em Silvânia (GO), nos anos de 1952 a 1955. Dom José Chaves ainda estudou Direito Canônico, Liturgia e Parapsicologia (intensivo), em São Paulo (SP). Foi ordenado padre em 8 de dezembro de 1955, em Goiânia.

Sua nomeação episcopal aconteceu em 26 de novembro de 1967 e a ordenação em 11 de fevereiro de 1968, também na capital. Foi bispo auxiliar de Uruaçu (GO), de 1968 a 1969; Administrador Sede Plena da Diocese de Uruaçu, de 1969 a 1976; responsável pelos religiosos do Regional Centro-Oeste da CNBB; membro da Comissão Episcopal para a Revisão de tradução de textos litúrgicos da CNBB e da Comissão Episcopal para Seminários do Regional Centro-Oeste; responsável pelo Conselho Interconfessional do Ensino Religioso do estado de Goiás (CIER-GO), Ensino Religioso e Pastoral da Educação; presidente do Regional Centro-Oeste; membro da Comissão Representativa da CNBB; membro do Conselho Fiscal da CNBB; bispo de Uruaçu, de 1976 a 2007 e vice-presidente do Regional Centro-Oeste em três gestões. São de sua autoria o livro Pequenas histórias da Diocese de Uruaçu. Escreveu também pequenos livros de instrução religiosa (catequese) e Cartas Pastorais sobre eleições.

3º Presidente (1976/1980 a 1982 e 1989-1990)

Dom Antonio Ribeiro de Oliveira

Lema episcopal: “Para que todos sejam um”

Dom Antonio nasceu em Orizona (GO), em 10 de junho de 1926. Filho de José Ribeiro de Oliveira e Luiza Marcelina de Castro, ele é o terceiro de onze irmãos. Foi ordenado padre no dia 2 de abril de 1949, em Mariana (MG) e nomeado bispo em 25 de agosto de 1961. A ordenação episcopal aconteceu em 29 de outubro do mesmo ano, em Goiânia. Dom Antonio é conhecido pelo trabalho que desempenhou sempre a favor dos mais pobres. No livro O Profeta de Bengala, organizado pelo padre Alaor Rodrigues de Aguiar, da Arquidiocese de Goiânia, está registrado em poucas linhas. Dom Antonio é “a esperança testemunhada entre os mais pobres dos pobres e dentro de desafios reais é confirmada pela fé no Deus Vivo, presente no meio de nós.

É assim que o Pastor e Bispo da Arquidiocese declama o seu grande amor a Igreja, Povo querido de Deus”. Ele foi auxiliar de Goiânia de 1961 a 1976; administrador apostólico de Goiás, de 1966 a 1967; administrador apostólico de Itumbiara de 1972 a 1973; membro da Comissão representativa da CNBB; membro Comissão Episcopal para Traduções de Textos Litúrgicos; membro do Conselho Estadual de Educação de Goiás; Padre Conciliar de 1962 a 1965; bispo de Ipameri de 1976 a 1986; membro do Conselho Fiscal da CNBB por dois mandatos; presidente do Regional Centro-Oeste da CNBB, de 1976 a 1982 e de 1989 a 1990, na época composta pelos Estados de Goiás e Tocantins e pelo Distrito Federal e por fim, arcebispo de Goiânia de 1986 a 8 de maio de 2002.

É autor do livro Semana Santa sem Padre, que escreveu na Diocese de Ipameri e uma Carta Pastoral sobre Eleições, além de pronunciamentos e cartas circulares diversas.

2º Presidente (1973-1975)

Dom Gilberto Pereira Lopes

Lema episcopal: Mysterium Christi Praedicare – Anunciar o Mistério de Cristo

Nasceu em Santaluz (BA), no dia 14 de fevereiro de 1927, filho de Salustino Lopes de Souza e Alice Pereira de Souza. Ainda criança, mudou-se com a família para Petrolina (PE), em 1937. Foi ordenado presbítero, na Catedral de Petrolina, no dia 4 de dezembro de 1949, por Dom Avelar Brandão Vilela, então bispo de Petrolina, depois cardeal arcebispo de Salvador e Primaz do Brasil. No dia 3 de novembro de 1966 foi nomeado 1º bispo da Diocese de Ipameri (GO), tendo recebido a ordenação episcopal a 18 de dezembro de 1966, das mãos do então núncio apostólico do Brasil, Dom Sebastião Baggio. Foram consagrantes Dom Fernando Gomes dos Santos e Dom David Picão.
Tomou posse da diocese em 2 de fevereiro de 1967. Em 1970 foi nomeado para o Conselho Nacional do Movimento de Educação de Base (MEB), da CNBB. Em 1974 assumiu a Coordenação da Linha VI – Pastoral Social da CNBB. Em 1974 foi membro da Comissão Episcopal de Pastoral da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil. Em 1975 foi eleito membro da Comissão Episcopal da Ação Social da CNBB e, no mesmo ano, membro da Comissão Episcopal de Ação Social da Conferência Episcopal Latino-Americana (CELAM). Dom Gilberto foi nomeado pelo papa Paulo VI, no dia 24 de dezembro de 1975, arcebispo coadjutor de Campinas (SP), com direito à sucessão de Dom Antônio Maria Alves de Siqueira, tomando posse no dia 7 de março de 1976.
Com a renúncia de Dom Antônio, em 26 de janeiro de 1980, Dom Gilberto foi empossado arcebispo, no dia 7 de março do mesmo ano. Ao completar 75 anos de idade, enviou sua carta de renúncia ao então papa São João Paulo II, que aceitou o pedido em 2 de junho de 2004.

1º Presidente (1962-1974)

Dom Fernando Gomes dos Santos

 
Lema episcopal: Praedica Verbum (Pregar a Palavra)
 
 
Nascido em Patos (PB), em 4 de abril de 1910, Dom Fernando foi ordenado sacerdote em 1932, em Roma. Sua nomeação episcopal foi feita em 1943, pelo papa Pio XII e, no mesmo ano, ele assumiu a Diocese de Penedo (AL), onde passou seis anos. Dom Fernando foi o primeiro arcebispo de Goiânia (1957-1985), Arquidiocese criada em 1956, e o primeiro presidente do Regional Centro-Oeste da CNBB, nos anos de 1962 a 1974. Durante seu episcopado, teve ampla participação em movimentos como a Ação Católica Brasileira, iniciada em 1933; o Movimento de Educação de Base (MEB), cujo objetivo era conscientizar e promover as multidões esmagadas pela marginalização. Criou a Universidade Católica de Goiás, em 1959, participou ativamente da criação do Regional Centro-Oeste da CNBB em 1962 e lutou duramente contra a Ditadura Militar, instalada no Brasil e 1964. Ainda na década de 1960, participou também do processo de criação de Brasília até a chegada do seu primeiro arcebispo, Dom José Newton de Almeida Batista. Em nível mais amplo de Igreja, participou do Concílio Vaticano II (1963), no qual fez duas interferências importantes e da II Conferência Geral do Episcopado Latiano-Americano, em Medelín (1968).